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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Ganhe dinheiro apenas Clicando - Testado e Aprovado!

 Achava que era mentira esse papo de ganhar dinheiro na internet apenas clicando em anúncios, lendo emails. Até que resolvi dedicar 15 a 30 min do meu dia para fazer o teste. Confesso que no começo os ganhos não foram satisfatório, mas depois de 3 meses de luta e com alguns referidos fiquei supreendido ao comprovar que os sites abaixo realmente pagam. Dá para tirar um R$ extra usando apenas 15 a 30 min do seu dia então não perca tempo e faça já seu cadastro nos sites.

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quarta-feira, 13 de julho de 2011

Como crimpar cabos de rede

Atualmente, é comum que existam redes de computadores, não apenas em empresas, onde a rede pode ser composta por centenas de computadores, mas também em casas, onde pode haver uma rede de apenas duas máquinas.

Um quesito muito importante para o funcionamento da rede são os cabos (quando não se tratando de redes sem fio). Afinal, eles são responsáveis pela transmissão de dados, sejam eles referentes à internet, transferência de arquivos entre estações ou ainda ao compartilhamento de impressoras ou algum outro periférico.

Por possuírem tal importância, deve-se ficar atento para que os cabos estejam corretamente arrumados. Para tanto, é necessário que se dê a devida atenção a alguns itens, que vão desde o tamanho máximo que esses cabos podem ter até o modo que seus plugues serão crimpados.

E por falar em “crimpados”, aí está uma palavra que é muito discutida quando o assunto é cabos de rede. Algumas pessoas dizem que o correto é “grimpar”, outras dizem “climpar”, e algumas ainda retiram o “m”, falando apenas “clipar”.

Apesar da palavra ainda não constar nos dicionários (segundo pesquisas nos dicionários Houaiss e Michaelis), a forma mais sensata de pronúncia e escrita é crimpar. A explicação é simples: assim como inúmeras palavras relacionadas ao ramo da informática (tais como mouse, site e HD), a palavra “crimpar” deriva do verbo da língua inglesa “To crimp”, que significa algo como moldar uma superfície (que é mais ou menos o que é feito ao crimpar cabos de rede).

Materiais necessários

Para crimpar seus cabos de rede você vai utilizar as seguintes ferramentas:
  • Alicate de crimpagem;
  • Conectores RJ-45 (um para cada ponta do cabo);
  • Cabo de Rede (também chamado de Cabo de Par Trançado ou Cabo UTP (Unshielded Twisted Pair – falando de modo mais técnico, o modelo mais utilizado é o UTP CAT 5).
Materiais necessários

Algumas pessoas utilizam estilete para cortar a capa de proteção do cabo, porém o alicate de crimpagem já possui lâmina para o corte, e, ao utilizar estilete, é muito fácil de cortar os fios dos pares trançados do cabo de rede (o que também pode ocorrer ao utilizar a lâmina do alicate). Caso isso ocorra, você deverá iniciar uma nova ponta, cortando fora aquela danificada.

Antes de começar


Antes de iniciar o trabalho, é interessante você saber qual o melhor modo de organizar a sua rede. Existem alguns detalhes que devem ser levados em conta: há limitações quanto ao tamanho máximo do cabo (o máximo recomendado é 100 metros), e há mais de um modo de crimpar a ponta dos cabos, inclusive um que dispensa o uso de HUB/Switch, chamado de Crossover ou Cabo Cruzado.

Se você precisar de mais de 100 metros de cabo, o recomendado é que se utilize um HUB/Switch em meio ao trajeto. Isso vale tanto para conectar um computador diretamente ao HUB/Switch quanto para conectar um HUB/Switch a outro, e é chamado de repetição.

Os 100 metros é um tamanho médio aconselhável. Dependendo da qualidade do cabo e da placa de rede utilizados, é possível ultrapassar um pouco esse limite. Tudo dependerá da qualidade do material usado.

Existe também um tamanho mínimo aconselhado, que é de 30 cm. É bom também não deixar o cabo de rede junto a cabos de energia elétrica (como pode acontecer quando se usam canaletas para a instalação), pois os de energia podem gerar uma interferência eletromagnética na transmissão de dados do cabo de rede.

Um pouco mais sobre o cabo

 
 Ao abrir o cabo de rede, você perceberá que ele possui oito fios coloridos e divididos em pares.
Você verá também que os dois fios de cada par estão entrelaçados, de modo que estão separados em cores.

É comum que esses fios internos sejam chamados apenas de pares. Os pares são trançados justamente para ajudar a evitar que haja interferência eletromagnética na transmissão de dados.

Cuidados com os cabos


É recomendado que, primeiramente, você passe os cabos pelas tubulações desejadas, uma vez que é muito mais fácil realizar tal tarefa com os cabos sem os plugues. Também é aconselhável que não seja feito o reaproveitamento de cabos de rede, pois, quando se faz força para retirar o cabo do local onde ele se encontrava, pode ocorrer a quebra dos fios internos, comprometendo o funcionamento do cabo.

Seja atencioso com a passagem e fixação dos cabos, assim como na hora de crimpar suas pontas. É muito chato quando a rede não está funcionando e, após um tempo tentando fazê-la funcionar, descobre-se que os fios do cabo tinham sido quebrados durante a passagem pela tubulação ou que a crimpagem estava malfeita.

Padrões de ordem dos fios

Antes de iniciar a crimpagem, escolha um dos padrões de sequência para as pontas. Existem dois padrões mais utilizados: eles são conhecidos como EIA/TIA 568A e EIA/TIA 568B. Ambos funcionam perfeitamente.

Tipos de cabos


Existem ainda dois tipos de cabo: os cabos diretos e os cabos crossover. Nos diretos, ambas as pontas são feitas utilizando o mesmo padrão, enquanto nos crossover uma ponta utiliza o padrão EIA/TIA 568A e outra o EIA/TIA 568B. Em alguns casos, o padrão de uma delas foge de um desses dois. Isso será explicado logo abaixo.

Cabo direto


Os cabos diretos são utilizados para interligar computadores e HUBs/Switchs. Nestes cabos, as pontas devem ser exatamente iguais, pois, caso contrário, a transferência de dados não irá ocorrer. O padrão utilizado em um dos cabos deverá ser o mesmo na rede inteira.

É verdade que você pode criar a sua própria sequência e utilizá-la em sua rede, entretanto, é extremamente aconselhável que você utilize uma dessas duas sequências sugeridas, não apenas por questões de funcionamento correto, mas também por questões de padronização. Se outra pessoa precisar corrigir algum problema em seus cabos, ela saberá qual é a sequencia utilizada e será muito mais fácil para solucionar o problema.

Os padrões são dessa forma, pois foram os melhores modos encontrados para que houvesse o mínimo possível de interferência eletromagnética no cabo, seja esta externa ou gerada pelo próprio cabo, e é justamente por isso que os pares são trançados entre si.

Se você desejar usar uma sequência própria por achar muito difícil crimpar o cabo utilizando uma das duas sequências mencionadas, tenha em mente que você terá grandes chances de ter uma rede que não funcione com desempenho total ou até mesmo que não venha a funcionar.

Crossover


Cabos crossover são utilizados para interligar dois computadores diretamente, dispensando o uso de um HUB ou Switch. Nesse caso, se você precisar compartilhar a internet, será necessário que um dos dois computadores possua duas placas de rede. Em uma delas você ligará o cabo crossover e em outra o cabo da internet, o qual será um cabo direto. Os cabos crossover também são utilizados para ligar um HUB/Switch a outro.


Há um detalhe importante: se as placas de rede dos computadores forem placas com velocidade de 1000 Mbits (o que é bastante comum), você deverá utilizar outro padrão, um pouco diferente dos EIA/TIA 568A e EIA/TIA 568B, em uma das pontas para que a transmissão de dados possua a maior velocidade possível. Caso contrário, a velocidade máxima utilizada será de 100 Mbits. A rede funcionará normalmente, porém não na velocidade total.

Existem dois padrões para esse tipo de crossover. Dependendo do padrão que você escolher para a outra ponta do cabo, seja EIA/TIA 568A ou EIA/TIA 568B, você deverá escolher uma das duas para a outra ponta. Observe nas imagens abaixo os padrões de crossover para redes de 1000 Mbits.

Auto Crossover


Atualmente, a tecnologia Auto MDI/MDIX, criada pela Hewlett Packard, detecta automaticamente o tipo de cabo necessário e configura a transmissão dos dados apropriadamente. Assim, não é mais imprescindível o uso de cabos crossover nessas situações.

HUBs, Switches e placas de rede comumente têm a tecnologia auto-MDIX, o que facilita a conexão entre computadores e HUBs ou Switches. Se um dos dispositivos envolvidos possuir a tecnologia, o crossover é automatizado. Esse tipo de cabo só se faz necessário quando ambos os componentes não possuem essa tecnologia (basta conferir nas especificações de uma placa, HUB ou Switch).

Detalhes do alicate

Antes de iniciar, observe o alicate de crimpagem. Nele, existem dois tipos de guilhotinas: uma para desencapar os cabos e outra para aparar os fios. Em alguns casos, existe um sulco no qual o cabo deve ser inserido para ser descascado. Existe também um conector no qual serão crimpados os conectores RJ-45.

Agora que você já sabe os tipos de cabo e quando deve usá-los, e também já conhece o alicate de crimpagem, é hora de começar o trabalho. Escolha um padrão de sequência para as pontas dos cabos e lembre-se de usar apenas esse padrão em toda a rede (salvo em casos de conexão de HUB/Switch com outro HUB/Switch, que é quando se faz necessário o uso de cabo crossover). Veja agora como crimpar os cabos.
Corte um pedaço da capa do cabo. Faça isso colocando o cabo no compartimento para descascar a capa, girando o alicate, de modo que a capa que envolve o cabo seja cortada. Não utilize muita força, pois se fizer isso, você poderá cortar um dos fios internos do cabo. Caso isso ocorra, reinicie o processo.

Os cabos coloridos estarão separados em pares, e cada par possui uma cor específica. Separe os cabos estique-os para deixá-los bem lisos, ficando mais fácil e eficiente de se trabalhar com eles.
Fios separados e esticados
Separe as pontas na ordem correta, e, utilizando a lâmina para aparar os fios, corte-os de modo que fiquem bem alinhados. Após isso, insira-os no conector RJ-45. Com a trava virada para baixo e com as pontas metálicas viradas para a sua direção, interprete a sequência que vai de um a oito, contado da esquerda para a direita.
Não deixe que os fios coloridos fiquem para fora. A capa do cabo deve ficar dentro do conector RJ-45, quase até a metade do conector. Se isso não ocorrer, diminua o tamanho dos fios internos até que isso ocorra.  Observe as fotos abaixo e veja como seu cabo deverá ficar ao final do processo.

Certifique-se de que todos os fios coloridos estão chegando até o final do conector, de modo que quando você for crimpá-los, as placas douradas encostem em todos os fios coloridos. Caso isso não ocorra em todos os fios, não haverá contato entre o fio e a placa dourada, e os dados não serão devidamente transmitidos.
Fios chegando até o final do conector
Após ter se certificado de que os fios estão chegando até o final do conector, insira-o no compartimento do alicate para finalmente crimpar o cabo. Insira o conector conforme mostrado na imagem abaixo e pressione o alicate com força para que as travas metálicas encostem nos fios coloridos. Após isso, analise o conector e verifique se todas as travas estão abaixadas. Caso alguma não esteja devidamente abaixada, repita o processo.
Conector inserido no alicate
Sua rede está pronta! Agora é hora de configurar os computadores e finalizar o trabalho para que você possa compartilhar dados na rede.

domingo, 3 de julho de 2011

Como configurar uma webcam no Messenger

O Windows Live Messenger é um dos comunicadores para a troca de mensagens instantâneas mais famosos da atualidade. Não há como negar: mesmo quem não gosta da ferramenta tem grandes chances de já a ter utilizado um dia, nem que fosse somente por mera curiosidade.
O Messenger vai além da mera “janelinha” de mensagens escritas; Ele serve para quebrar as barreiras da distância e poder conversar com amigos e parentes que estão em lugares distantes, ou com os quais não se pode manter um contato pessoal diário.
Para melhorar ainda mais esse tipo de experiência, você pode utilizá-lo também para efetuar chamadas de vídeo. Como várias pessoas enfrentam problemas com as configurações da webcam no programa, preparamos um tutorial com alguns passos simples para você efetuar tais ajustes.

Configurando a webcam

O primeiro passo é instalar a webcam. Normalmente, elas costumam vir com um CD e o processo é bem simples. Se a sua já está instalada, abra o Windows Live Messenger e clique na setinha presente ao lado do seu nome de exibição (logo abaixo da fotografia) e escolha a alternativa “Mostrar barra de menus”.
Tornar a barra de menus visível
Feito isso, veja que a barra aparece logo acima de sua foto. Agora, clique em “Ferramentas” e em seguida em “Instalar dispositivos de áudio e vídeo”.
Instalar dispositivos de áudio e vídeo
Observe que uma nova janela é aberta. Ela serve, em um primeiro momento, para ajustar o volume do microfone da sua webcam (ou do computador, caso ele seja um dispositivo separado da câmera).
Configurando o microfone e o áudio
Quando você julgar que essa propriedade está adequada ao esperado, clique em “Avançar”. Uma nova janela é aberta mostrando a imagem captada pela sua webcam. Aqui você tem duas escolhas: se gostou da captação da câmera, cor e configurações, basta clicar em “Concluir”. Ou você pode clicar em “Configurações da webcam” e ver algumas alternativas.
Configurações de vídeo
A janela de configurações tem duas abas com alternativas que podem ser interessantes para o usuário. A primeira, “Instalação da câmera” permite que você ajuste o brilho, saturação, gama, cor, equilíbrio de matrizes etc. Aqui, você pode ajustar tais propriedades de forma a obter a melhor imagem possível, de acordo com a iluminação do ambiente.
Configurações adicionais
A segunda guia, “Special Effects” possibilita que você adicione efeitos à imagem (como o “TV”, visto na ilustração abaixo). Há também algumas opções de moldura. Não se esqueça de salvar as alterações efetuadas em ambas as abas antes de voltar a tela principal, para que elas sejam armazenadas.
Efeito TV
Quando tudo estiver conforme o desejado, basta clicar em “Concluir”. Prontinho, agora você já pode começar as suas chamadas de vídeo com seus amigos do Messenger.
Inicializando chamada de vídeo
Vale lembrar que se você quiser ocultar novamente a barra de ferramentas utilizada no começo do tutorial, basta clicar na setinha presente ao lado do seu nome de exibição (logo abaixo da fotografia) e escolher a alternativa “Mostrar barra de menus” novamente, para que ela seja desmarcada.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Como dividir arquivos com Winrar



Não precisa afiar nada
Para dividir seus arquivos, em primeiro lugar, você precisa ter o WinRar instalado na sua máquina. Em seguida, clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo que deseja dividir e, vá até “Adicionar para o arquivo...”.

Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo.

  Assim que clicar nesta opção, a janela do WinRar é aberta. Quando a janela abrir, vá até a opção “Tamanho do volume, bytes”. Aí é só inserir o número que você deseja que seus arquivos sejam divididos – coloque MB no final, exemplo: 200 mb

Defina o tamanho dos arquivos.
Pronto! Seus arquivos já estão do tamanho que você precisa e, o melhor, nem gritaram de dor!

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Como colocar música no Perfil do Orkut

Esse é mais um tutorial onde vou ensinar a colocar música no perfil do Orkut, veja as fotos abaixo e faça todo procedimento.

OBS: alguns videos são bloqueados pelo direito autoral ou seja alguns (poucos) não irão funcionar.















segunda-feira, 28 de março de 2011

Como utilizar seu celular como modem

Use o 3G do celular no computador
O celular se tornou um gadget indispensável na vida dos usuários, e não apenas para fazer e receber ligações ou enviar mensagens. Os aparelhos são verdadeiros computadores, com direito a acesso a internet e aplicativos poderosos.
Aproveitando a onda de celulares com acesso a rede mundial de computadores, as operadoras de telefonia móvel lançaram pacotes de dados que permitem ao usuário navegar na internet mesmo em locais que não há redes Wi-Fi disponíveis. O legal é que dessa forma você pode utilizar o aparelho como modem, acessando emails e sites em qualquer computador e em qualquer lugar.
O processo de transformar o celular em modem recebe o nome de tethering. A ideia é compartilhar a internet com outros aparelhos por meio de conexões USB, Bluetooth e Wi-Fi (os chamados hotspots).
Como transformar o celular em um modem não é uma tarefa comum no dia a dia dos usuários, criamos este tutorial com os passos necessários para configurar os aparelhos e navegar na internet usando o 3G do telefone móvel.

Pré-requisitos

Antes de mexer nas opções do celular, fique atento aos pré-requisitos necessários para que os passos apresentados no tutorial possam ser realizados sem problemas. Você vai precisar de:
  • Pacote de dados
  • Conexão 3G
  • Sistema operacional com suporte à função
  • Verificar quais operadoras permitem transformar os aparelhos em modem
O usuário também deve ficar atento se o plano assinado possui limite quanto à utilização do serviço. Além disso, algumas operadoras de telefonia móvel podem cobrar taxas pela utilização do tethering.
Cuidado para não pagar a mais pelo serviço
Vale lembrar que, mesmo com as dicas apresentados neste tutorial, alguns celulares podem apresentar problemas no compartilhamento da internet devido a erros de configuração da rede. Nesses casos, o melhor a fazer é procurar a operadora para que as modificações necessárias sejam realizadas corretamente.
É importante saber exatamente o que o seu plano de dados permite ou não fazer. Dessa forma você evita surpresas desagradáveis quando a conta de celular chegar a sua casa. Caso não saiba todas as informações do plano, é aconselhável ligar para a operadora e esclarecer todas as dúvidas.

Antes de começar...

O que é hotspot?

Um hotspot nada mais é do que um lugar onde tecnologia Wi-Fi está disponível aos frequentadores. Cafés, shoppings, aeroportos e hotéis são lugares que normalmente possuem pontos de acesso para que os usuários possam se reunir e navegar na internet.
Em português, os hotspots normalmente são chamados de pontos de acesso ou pontos de extensão. Normalmente há placas indicando que os estabelecimentos disponibilizam Wi-Fi para seus clientes.

Ativando as configurações

No iPhone

A configuração para transformar o iPhone em hotspot é bem simples. O primeiro passo é ativar o 3G no aparelho. Em seguida, acesse a opção “Ajustes” e selecione “Acesso Pessoal”. Na tela seguinte, ative o compartilhamento e defina uma senha para o acesso à internet do seu celular.
Configurando o iPhone
O legal é que o iPhone permite utilizar o Wi-Fi, Bluetooth ou a conexão USB para compartilhar a conexão 3G com outros aparelhos. Pronto, agora é só ativar o Wi-Fi (ou outra tecnologia) do seu computador, selecionar o iPhone na lista de serviços de rede e navegar na internet.

No Android

A nova versão do Android, a Froyo, possui suporte nativo ao tethering, mas ainda requer aplicativos para ativá-lo e, em alguns casos, a alteração de configurações, como o 3G Mobile Hotspot, app padrão do sistema que permite ativar e desativar rapidamente o serviço de pontos de acesso.
Outra boa opção de app é o Quick Settings. Ele reúne em um só local diversas configurações do aparelho, incluindo opções de rede. Por meio dele, você consegue ativar e desativar o 3G, Wi-Fi e hotspot com um simples toque na tela.
O Quick Settings
Para os usuários mais avançados há o Proxoid, que transforma seu celular em um servidor Proxy. Para isso, basta ativar o app e anotar as configurações de endereço fornecidas. Depois é só configurar o computador para se conectar à internet utilizando o endereço Proxy do celular. Como você pode perceber, essa opção é apenas para aqueles que sabem como alterar as preferências no celular e do PC também.
Aplicativo no Android

Demais sistemas

As configurações de rede normalmente seguem um padrão lógico, independente do sistema operacional utilizado pelo usuário. Isso significa que, se você sabe como ativar e desativar o Wi-Fi de um SO, não terá grandes dificuldades em fazer isso em outro.
Geralmente, os aparelhos trazem uma opção no menu chamada “Configurações” ou “Personalização”. Como os nomes sugerem, elas abrigam diversas configurações do sistema, inclusive aquelas que estão relacionadas com a rede.
É muito comum encontrar itens como “Wi-Fi” ou “Conexões de rede” presentes nas telas de configurações, os quais são responsáveis pela ativação dos serviços no aparelho. Também nessas opções o usuário encontra a ativação do tethering, caso o aparelho ofereça suporte ao serviço.
Alguns aparelhos são mais complicados, mas em linhas gerais, é na tela “Configurações”, opção “Wi-Fi” ou “Conexões” que você encontra tudo de que precisa para ativar a internet do seu celular e compartilhá-la com outros aparelhos.
Esperamos ter ajudado o usuário com este tutorial. Não se esqueça de enviar seu comentário com dúvidas e dicas adicionais às que foram apresentadas.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Como colocar legendas nos filmes

Se você já baixou algum filme ou vídeo na internet, já deve ter se deparado com arquivos em que a legenda e o vídeo estão separados. O formato é um dos mais populares na web e não é problema algum caso você pretenda apenas assistir a eles no PC.

No entanto, na hora de gravar um arquivo como esse em um DVD ou mesmo assistir na TV, pode ser que você encontre algum problema. Uma das maneiras para solucionar a questão é embutir a legenda no vídeo, gerando um novo arquivo final. O D288 ensina o passo a passo para você fazer esse procedimento sem ter muito trabalho.

Pré-requisitos
Para embutir uma legenda em um arquivo de vídeo, vamos utilizar neste tutorial o aplicativo AVI ReComp. Completamente gratuito e com a interface em português, você verá como seu funcionamento é extremamente simples e prático. Por isso, antes de começar, baixe e instale o software.

Como o próprio nome indica, o aplicativo trabalha com arquivos no formato AVI. Então para realizar este passo a passo, tenha em seu PC um arquivo desse formato, bem como um arquivo de legenda, na extensão SRT.

Embutindo legenda em vídeos
Depois de instalado, abra o AVI ReComp e selecione a primeira guia no topo da tela, chamada “Origem & Destino” (1). Dentro dela localize a opção “Abrir AVI” (2) e clique sobre ela. Uma nova caixa de diálogo será aberta e nela você deve localizar em qual vídeo deseja incluir a legenda.

Primeiro passo

Em seguida repita o procedimento no campo abaixo clicando sobre o botão “Salvar AVI” (3). Nesse passo você indicará em qual pasta o arquivo final será salvo. Lembre-se de escolher um nome diferente do arquivo original.
Por padrão o aplicativo mantém o tamanho original do arquivo inicial. Porém, caso queira, você pode alterá-lo na opção “Tamanho do AVI”. Basta definir em MB um número maior do que o arquivo original.

Segundo passo

No próximo passo clique na guia “Adicionais” (4). Dentro dela localize a opção “Legendas”. Marque os dois campos “Habilitar / Desabilitar” e “Auto-Load” (5). Clique no botão “Abrir Legenda” e localize o arquivo no formato SRT que deseja embutir no vídeo em questão.

Terceiro passo

Feito isso, localize a opção “Fila” (6), nas guias do topo da tela. Dentro dela clique na opção “Adicionar a fila” (7) para que o novo arquivo entre em processo de execução. Você pode clicar em “Preview” para visualizar como ficará o resultado final antes de concluído o processo.

Resultado final: arquivo único com legenda embutida.

Se estiver tudo certo, clique sobre o botão “Iniciar” (8) e aguarde o final do processo. O tempo de gravação vai variar de acordo com o tamanho do arquivo. Verifique se o arquivo está correto na pasta que você indicou no passo (3).
Se a sua TV tem entrada USB, você pode gravar o arquivo com a legenda embutida em um pendrive e assitir a ele com tranquilidade em uma tela maior. É possível também copiar o arquivo de vídeo mais a legenda, desde que salvos na mesma pasta e com o mesmo nome, para serem executados na TV, mas essa opção não permite que você edite as legendas. Ou seja: você vai vê-las nas cores e tamanhos pré-determinados pelo aparelho.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Win 7: Desabilite o recurso Homegroup p/ ganhar mais memória

ícone do HomeGroup no Windows Explorer
Seu PC está lento? Existem diversos detalhes que afetam o desempenho de um computador sem que a fonte do problema seja sequer notada. A função HomeGroup (Grupos domésticos) do Windows 7 é uma dessas opções que podem ser desativadas facilmente para guardar memória RAM e aumentar a velocidade do PC. Saiba se você está mesmo usando esta ferramenta e como desabilitá-la se for preciso.

A função HomeGroup é uma das novidades do Windows 7, uma forma de facilitar o compartilhamento de arquivos e impressoras entre uma rede doméstica. É uma ferramenta atrativa para quem tem vários computadores em casa, porém não apresenta utilidade para um computador que esteja ligado sozinho.
O primeiro passo para desabilitar os grupos domésticos é abrir o Windows Explorer e localizar o ícone do serviço, que se encontra no painel lateral, logo abaixo da Biblioteca. Lembre-se de que o ícone só aparece para computadores com a rede configurada como doméstica - redes corporativas ou públicas não permitem o uso do HomeGroup.

Clique com o botão direito do mouse sobre o ícone ou texto para abrir um menu com opções e selecione “Alterar configurações do Grupo Doméstico” (Change HomeGroup settings) para abrir a janela de configurações do serviço.
Clique para abrir as configurações do serviço

O próximo passo é localizar, na janela aberta, a opção “Sair do grupo doméstico” (Leave the Homegroup), no campo “Outras ações do grupo doméstico” (Other homegroup actions). Se você já não faz parte de nenhum grupo, pode pular essa etapa.
Clique para sair do grupo

Clique na opção e uma janela de verificação aparece, para que você confirme que deseja sair do grupo. Na janela aberta clique novamente em “Sair do grupo doméstico” (Leave the homegroup) e deixar de compartilhar arquivos e impressões com o grupo.
Clique para confirmar

Pronto, você não faz mais parte de nenhum grupo doméstico, porém o ícone da ferramenta ainda se encontra no painel do Explorer. Para removê-lo, abra o painel de configurações “Serviços” (Services). Você pode localizá-lo através da janela de buscas do Menu Iniciar.
Escuta do Grupo doméstico

Abra o painel Serviços e localize na lista a opção “Escuta do Grupo doméstico” (HomeGroup Listener) e dê um duplo clique sobre ela para abrir uma janela de configurações Na janela aberta, selecione a opção “Manual” (Disabled) no campo “Tipo de inicialização” (Startup type).
Janela de configurações

Clique no botão “Parar” (Stop) para finalizar o serviço. Faça o mesmo para a opção “Provedor do Grupo doméstico” (Homegroup Provider) no painel Serviços. Ao abrir o Windows Explorer você pode ver que o ícone dos grupos domésticos não se encontra mais no painel lateral.
Para habilitar novamente o serviço HomeGroup, abra o painel "Serviços" e coloque a inicialização da “Escuta do Grupo Doméstico” como automática. Clique no botão "Iniciar" e faça o mesmo para o “Servidor do Grupo Doméstico”. O link aparece novamente no painel e você pode criar um novo grupo na rede.

Win 7: como restaurar o MBR

O MBR é muito importante
Neste artigo você descobrirá como corrigir problemas no Windows 7 envolvendo o MBR. Para isso, é necessário que você possua o CD de instalação do sistema operacional e que imprima este texto – afinal, como tudo será feito via linha de comando, você precisa saber exatamente o que precisa ser digitado.
Antes de mais nada, o que é MBR? Bom, a sigla significa “Master Boot Record” (Registro Mestre de Inicialização). O MBR fica localizado no primeiro setor do disco rígido e, enquanto apresenta função diferente dos demais setores, ele é comumente conhecido por encontrar partições inicializáveis na tabela de partições e carregar o setor de boot.
Em outras palavras: imagine que você ligou o computador. Antes de aparecer qualquer tela com a logo do Windows, aparecem várias letras brancas em um fundo preto conforme o PC carrega as informações necessárias. Quando só há um SO instalado esta não aparece, mas quando há dois ou mais, surge uma lista por meio da qual você escolhe qual deles inicializar.
 
Logo, o MBR é quem faz essa lista ser exibida e dá início ao carregamento do SO escolhido. Ou seja, caso seu PC seja infectado pelo rootkit Alureon (entre outros malwares possíveis), o MBR será danificado e não será possível carregar o Windows! No entanto, o problema afeta somente o setor do MBR, isto é, todo o resto dos dados em seu HD permanece intacto: basta restaurar as informações do MBR para voltar a usar o PC normalmente.

A solução do problema
Pegue o DVD de instalação do Windows 7, insira-o no drive e reinicie o computador. Na tela onde aparece “Instalar agora”, clique nessa opção, escolha seu idioma na tela seguinte e avance.
Então, procure e selecione a opção “Usar ferramentas de recuperação”.
Quando possível, abra o “Prompt de Comando”.
Agora precisamos executar o arquivo “bootsesct.exe”, mas primeiro é necessário saber qual a letra do drive de DVD. Então, use os seguintes comandos (aperte Enter em seguida): “diskpart”, “select disk 0” e “list volume”.

Linha de comando

Na lista exibida, procure o item indicado com o termo “DVD-ROM” e veja em qual letra ele está localizado. Digite “exit” para sair da lista, insira a letra da unidade seguida de dois-pontos (por exemplo, “D:”), digite o comando “cd boot” e depois “dir”. Na lista atual, confira se o arquivo “bootsest.exe” está nela.
Caso esteja, digite “bootsect /nt60 SYS /mbr". Finalmente, digite “exit” para fechar o Prompt de Comando e na tela de instalação do Windows 7, selecione entre as opções “Desligar” e “Reiniciar”.