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domingo, 1 de maio de 2011

2013: O ano em que o sol irá acordar, e poderá trazer o caos tecnológico

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Cientistas de todo mundo estão em alerta: em 2013 haverão várias tempestades solares, e essas tempestades poderão afetar todos os equipamentos eletrônicos da Terra, provocando o caos tecnológico.
Primeiro quero esclarecer que esse post não tem nenhuma ligação com o fim do mundo relacionado ao calendário Maia. Todas as informações são puramente científicas.

Tudo o que usa circuitos elétricos, de carros a computadores, queima no ato. Celulares e satélites pifam, os meios de transporte param, a rede de energia dá curto-circuito e logo começa a faltar água e comida. Esse cenário apocalíptico pode acontecer - e causado pelo Sol. Segundo cientistas da Nasa e de outras instituições, que recentemente se reuniram em Washington para debater a questão, em 2013 o astro vai entrar num ciclo de alta atividade, o que aumenta a probabilidade de erupções solares. Essas erupções liberam muita energia. E, quando essa energia chega à Terra, provoca uma tempestade eletromagnética - que literalmente frita tudo o que tiver um circuito elétrico dentro. Seria um verdadeiro Dia do Juízo Final para os equipamentos eletrônicos. Os cientistas não sabem exatamente quando essa tempestade virá, ou qual sua força. Mas dizem que há motivo para preocupação.

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imagem de uma tempestade em 2003

"O Sol está despertando de um sono profundo. E nossa sociedade é muito vulnerável a tempestades solares", diz o físico Richard Fisher, da Nasa. Elas já aconteceram antes. Em 1859, uma tempestade do tipo queimou as linhas de telégrafo na Europa e nos EUA. Hoje, o efeito seria muito pior. Um relatório assinado por cientistas de 17 universidades diz que a humanidade levaria até 10 anos para se recuperar de um grande evento do tipo. A solução é desligar tudo o que for elétrico antes da tempestade. Os EUA têm um satélite capaz de detectar a onda com um dia de antecedência - em tese, tempo suficiente para que as redes de energia do mundo sejam desconectadas. Os autores do estudo advertem que a zona afetada poderá ficar sem rede elétrica e água corrente durante o período citado acima.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Cientistas fazem avanços na tecnologia de teletransporte


Embora esta notícia não esteja relacionada diretamente aos OVNIs e a possibilidade de vida extraterrestre, ela nos força a indagar a seguinte pergunta: Se a raça humana consegue fazer este tipo de avanço científico excepcional, então a que nível tecnológico estaria uma possível raça alienígena mais avançada que nós?

Fica realmente fácil de imaginar que esta raça já teria descoberto uma forma de ‘cortar caminhos’ pelo universo para chegar onde desejassem em pouco tempo.

Mas vamos à notícia:

De acordo com o yahoo news do Reino Unido, cientistas do Japão e da Austrália fizeram um grande avanço tecnológico, teletransportando ‘pacotes’ de luz de um local para o outro.

Este impressionante projeto, liderado por Noriyuki Lee na Universidade de Tóquio, poderá levar à criação de computadores quânticos super poderosos e assim revolucionar a indústria de telecomunicações.

A equipe conseguiu este feito destruindo pacotes de ondas de luz em um local e recriando-os em outro.

Este é um processo incrível que poderá possibilitar a transmissão de enormes volumes de informações complexas de forma muito mais rápida do que é atualmente possível.

O termo apropriado de física quântica para este experimento é ‘emaranhamento’. Isto significa que duas partículas poderiam ser unidas de tal forma que mesmo quando separadas por uma grande distância, elas ainda estariam conectadas. Assim, o que acontece a uma delas, também acontece para a outra.

Os cientístas conectaram pacotes de luz a uma das partículas emaranhadas de um par. Logo após, destruíram a partícula e a também a luz, deixando somente a outra partícula do par. Esta partícula ainda continha a informação detalhada sobre a luz, assim eles puderam reconstruir a partícula original.

‘O gato de Schrodinger’

O inspiração para este processo envolveu um experimento hipotético chamado de ‘o gato de Schrödinger, que foi conduzido pela primeira vez em 1935.

Schrödinger imaginou um gato preso dentro de uma caixa, com uma pequena quantidade de material radioativo e um contador Geiger medindo a radiação. Se o átomo deteriorasse, ele liberaria cianeto na caixa, e mataria o gato.

De acordo com a mecânica quântica, o gato nem estaria morto, nem vivo. Até que alguém abrisse a caixa, ambas as possibilidades existiriam.

Este possibilidade demonstra como na mecânica quântica as partículas podem existir em estados suspensos de múltiplas possibilidades.

Os membros da equipe da Universidade de Tóquio foram capazes de colocar a onda de luz em um estado similar ao do ‘gato de Schrödinger’, com a ajuda de uma máquina simples chamada de ‘O Teletransportador’.

A professora Elanor Huntington, que fez parte da equipe de pesquisa, declarou: “O que fizemos foi pegar um facho de luz e colocá-lo em uma superposição quântica, a qual é extremamente frágil, e então a teletransportamos de um lugar ao outro.”

Isto demonstra que, pela primeira vez, blocos de informação quântica complexa podem agora ser carregados pela luz.

“Se podemos fazer isso, podemos também fazer qualquer outra forma de comunicação necessária, para qualquer tecnologia quântica,” ela disse.

Infelizmente este avanço não significa necessariamente que alguma dia conseguiremos teletransportar seres humanos ao estilo da série Jornada nas Estrelas. Atualmente, até mesmo bactérias são complexas demais para ser teletransportadas.

Mas lembre-se que somente há três décadas, se alguém falasse que em um futuro próximo teríamos um aparelho de televisão de alta resolução, com a espessura de poucos milímetros, o qual poderia exibir imagens em 3D, esta pessoa seria tachada de mentirosa.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Nossa galáxia pode conter 2 bilhões de planetas com vida alienígena

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Ultimamente, os cientistas andaram fazendo cálculos e tentando encontrar probabilidades e porcentagens para a vida alienígena no universo.

Agora, esse número acaba de aumentar: um novo estudo mostra que aproximadamente uma em cada 37 ou uma em cada 70 estrelas como o sol podem abrigar vida extraterrestre. Os dados sugerem que bilhões de planetas como a Terra podem existir na nossa galáxia.

Os novos cálculos são baseados em informações do telescópio espacial Kepler, que em fevereiro surpreendeu o mundo ao revelar mais de 1.200 possíveis mundos alienígenas, incluindo 68 planetas do tamanho da Terra.

O telescópio chegou a essas conclusões observando o escurecimento que ocorre quando um planeta transita ou passa diante de uma estrela.

Em seguida, os pesquisadores da NASA filtraram esses dados, e focaram nos planetas do mesmo tamanho que a Terra em zonas de habitabilidade de suas estrelas, isto é, dentro de órbitas onde a água líquida pode existir na superfície desses mundos.

Depois de analisarem quatro meses de dados, os cientistas determinaram que 1,4 a 2,7% de todas as estrelas parecidas com o sol devem ter planetas semelhantes à Terra (entre 0,8 e 2 vezes o diâmetro da Terra, e dentro da zona de habitabilidade de suas estrelas).

Isso significa dois bilhões de análogos da Terra na nossa galáxia. E isso só na nossa galáxia: há 50 bilhões de outras galáxias, até onde sabemos. Por isso, os cientistas acreditam numa boa chance de encontrar vida, talvez até mesmo vida inteligente, lá fora.

No futuro próximo, os cientistas prevêem que um total de 12 mundos semelhantes à Terra poderão ser encontrados. Quatro deles já foram vistos nos quatro meses de dados divulgados até agora.

Quando se trata das 100 estrelas parecidas com o sol mais próximas do nosso planeta, algumas dentro de um ano-luz de distância, os resultados sugerem que apenas cerca de 2 mundos semelhantes à Terra podem ser encontrados.

E tais números podem subir. As estrelas anãs vermelhas também podem hospedar planetas semelhantes à Terra, e essas estrelas são muito mais comuns do que as estrelas parecidas com o sol. Porém, é muito mais difícil detectar um planeta do tamanho da Terra em trânsito na frente de uma anã vermelha, então os cientistas estão tentando identificar os planetas em volta dessas estrelas pela força gravitacional que eles exercem uns sobre os outros.